Arquivo de Agosto, 2007

The Great Picture Book of Construction Equipment

Posted in Construção, Engenharia, Engenharia Civil, Equipamentos, Links on Agosto 31, 2007 by Nelson Costa

Este post serve de referência a uma página de informações sobre equipamentos para construção. Apesar de inicialmente a página parecer algo infantil , a informação contida é bastante interessante. 

The Great Picture Book of Construction Equipment

 Para começar faça-se “amigo” de um tipo de equipamento e veja toda a sua constituição, assim como as variações desse equipamento existentes. Em seguida poderá ver a secção de vídeos  dos vários equipamentos e ainda ficar a saber “tudo sobre equipamentos de construção“.

 

Friends of a hydraulic excavator          Friends of a bulldozer           Friends of a dump truck

 

Friends of a wheel loader          Other construction equipment

 

A página tem o carimbo da KOMATSU.

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FEUP quer construir um mapa ambiental da Europa

Posted in Ambiente, Curiosidades, Engenharia, Engenharia Civil, Noticias, Planeamento e Ordenamento on Agosto 31, 2007 by Nelson Costa

A Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) está a coordenar um projecto no qual se pretende criar uma rede transeuropeia que integra escolas secundárias, Universidades e Autarquias a nível europeu e que pretende construir um mapa ambiental da Europa.

O projecto foi aprovado pela Agência Europeia do Ambiente (AEA), contando com o apoio do holandês International Institute for Geo-Information Science and Earth Observation  e encontra-se garantido um financiamento de 1 milhão de euros, 85% por parte do Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu e 15% por parte da FEUP, para poder arrancar já no próximo ano lectivo.

O projecto “European Network for Environment Assessment and Services” (ENEAS) foi proposto por José Rocha Silva, docente da FEUP, em Junho do ano passado (2006) e aprovado em Fevereiro de 2007 pela AEA.

O objectivo é pôr os alunos do ensino secundário a monitorizar características ambientais, como poluição atmosférica, radiação, temperatura e humidade em áreas como a atmosfera, a hidrologia, os solos, a cobertura de terrenos. As acções de recolha e monitorização são supervisionadas por professores, que recebem acções de formação.

Após a criação da rede, os passos seguintes serão a publicação da informação recolhida na internet, a criação de mapas e gráficos, a colaboração com a comunidade científica nacional e internacional, bem como com estudantes europeus associados à rede.

Cabe à FEUP validar cientificamente e tratar estatisticamente os dados recolhidos pelos estudantes para serem publicados na internet e partilhados com a AEA e com as comunidades científica e docente internacionais.

 No final do processo de recolha, os dados coligidos vão ser tratados e transmitidos para diversas agências europeias, em concreto a Agência Europeia do Ambiente. Deste modo, a rede ENEAS (European Network for Environment Assessment and Services) servirá de base à análise ambiental do país.

Fontes:

http://jpn.icicom.up.pt/2007/06/05/feup_quer_construir_um_mapa_ambiental_do_pais.html 

 http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=22100&op=all

 http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=5241

Desertificação em Portugal

Posted in Ambiente, Engenharia, Engenharia Civil, Noticias, Planeamento e Ordenamento on Agosto 31, 2007 by Nelson Costa

O assunto não é novo mas no entanto é de extrema importância… 

Portugal encontra-se entre os 3 países mais desertificados da Europa. Para além de Portugal, figuram no top 3 a Turquia e a Itália, segundo dados da Agência Espacial Europeia (AEE) através do projecto Desert Watch. A AEE consegue através de imagens satélite analisar a desertificação do continente europeu, com o objectivo de fornecer dados aos governos dos países europeus com vista a permitir o desenvolvimento de medidas anti-desertificação.

Em Portugal, especificamente, a desertificação atinge já 36% do continente, sendo previsível que dentro de 20 anos mais de metade do território continental se encontre desertificado. No espaço de duas décadas, dois terços do País podem transformar-se em solo árido, se nada for feito para inverter a situação que se vive na actualidade. Um terço do território continental encontra-se classificado como zona susceptível à desertificação.

A aridez dos solos atinge a totalidade do interior algarvio e o Alentejo. Mas a desertificação não está confinada ao Sul do País. Todo o interior, do Norte ao Sul, está a ficar deserto, a nível de perda de potencial biológico dos solos. Mas não só, também é humana a desertificação do País.

Vítor Louro, coordenador do Programa de Acção Nacional para Combate à Desertificação (PANCD), aponta uma cadeia de factores que contribuem para este fenómeno: a susceptibilidade natural de algumas regiões, aliada ao mau uso do solo, também os incêndios e reflorestações mal conduzidas. A seca severa é mais um elemento a contribuir para um retrato pouco animador.

Mas a desertificação não se explica só por factores físicos. Os problemas socioeconómicos, que afastam as pessoas do interior para as cidades do litoral, deixam as terras ao abandono e indefesas perante os incêndios que devoram centenas de hectares e provocam forte erosão nos solos.

Monitorização:

Os sistemas de informação são essenciais para acompanhar o progredir da desertificação e identificar a cada momento as áreas de maior risco. Para isso, a Agência Espacial Europeia desenvolveu um programa que permite monitorar a situação através de imagens de satélite, com uma resolução que permite a intervenção à escala local. O DesertWatch – que inclui ainda a Itália, a Grécia e a Turquia – vai vigiar todo o País.

Usando dados históricos e as sequências do desenvolvimento da desertificação em Portugal, este programa permite desenhar cenários, visando uma intervenção que evite este cenário, através de medidas que passam essencialmente pela actividade agrícola, florestal e imobiliária.

Várias universidades juntaram-se num projecto denominado Rede para a Observação e Análise do Fenómeno da Desertificação e da Seca, com vista a desenvolver uma acção preventiva.

 

A juntar a todo este cenário chocante há ainda estudos que apontam para a falta de água potável em Portugal dentro de 10 a 15 anos. 

 

Saiba mais sobre desertificação em Portugal:

Seminário sobre Desenvolvimento sustentável (IST)

Modelo Inovador contra Desertificação 

 

Fontes:

 http://dn.sapo.pt/2005/06/17/sociedade/desertificacao_atinge_36_continente.html

http://www.esa.int/esaCP/SEM1V8PFHTE_Portugal_0.html

5 novas Barragens em Portugal

Posted in Ambiente, Energia, Engenharia, Engenharia Civil, Grandes Obras, Hidráulica, Noticias on Agosto 31, 2007 by Nelson Costa

O Governo Português quer construir 5 centrais hidroeléctricas no nosso país, para além de reforçar 4 das já existentes, com intenção de duplicar a sua produção. Manuel Pinho, ministro da Economia e da Inovação, disse ainda que o plano de reforço do potencial hídrico deverá ficar definido ainda este ano. Sabe-se desde já que a lista de potenciais barragens a reforçar são: Picote e Bemposta (já em curso) e Alqueva. Quanto às novas barragens, a única aprovada é a de Baixo Sabor.  A EDP está a estudar outros locais para novas barragens, no Centro e Norte do País, e reforços de potência de centrais por si exploradas. A empresa já anunciou investimentos de 2,5 mil milhões de euros para aumentar em mais de 50% a potência instalada na hídrico para sete mil MW (megawatts).

Os cinco novos projectos hidroeléctricos representam um investimento superior a mil milhões de euros, sendo que no total (novos projectos + reforços) o plano hídrico gerará um investimento superior 2,5 mil milhões de euros.

Durante a fase de construção das obras prevê-se a criação de mais de 10000 postos de trabalho.

O reforço do potencial hídrico nacional é uma das vias para a garantia de 45 % de fontes de energia renováveis no produção eléctrica em Portugal até 2010.

(Barragem do Alqueva)

Ver ainda lista de Barragens de Portugal.

Fontes:

http://dn.sapo.pt/2007/06/19/economia/governo_quer_lancar_cinco_novas_barr.html

http://dn.sapo.pt/2006/01/09/economia/cinco_novas_barragens_custar_milhoes.html

http://www.negocios.pt/default.asp?Session=&CpContentId=301696

Palácio de Cristal requalificado em 2008

Posted in Arquitectura, Conservação e Reabilitação, Construção, Engenharia, Engenharia Civil, Estruturas, Noticias on Agosto 31, 2007 by Nelson Costa

O Pavilhão Rosa Mota, no Porto, mais conhecido por Palácio de Cristal, vai, a partir do início de 2008, ser sujeito a obras de requalificação. O projecto compreende um investimento que ronda os 17 milhões de euros.

Para a Câmara Municipal, o objectivo passa por transformar esta estrutura num equipamento moderno e polivalente, com capacidade para acolher eventos culturais, empresariais e/ou desportivos de grande escala.

Entre as melhorias propostas destacam-se: o aumento do número e qualidade de lugares sentados (passará de 5300 para 6000 lugares), o equipamento, as áreas de circulação, as infra-estruturas.

O projecto de arquitectura é a cargo de José Carlos Loureiro, o mesmo que há 50 anos concebeu o projecto original.

Paredes High-Tech

Posted in Construção, Engenharia, Engenharia Civil, Estruturas, Materiais de construção on Agosto 31, 2007 by Nelson Costa

A Artebel é uma empresa do ramo da construção especializada essencialmente no fabrico de elementos de betão normal e betão LECA, com aplicação ao nível estrutural de edifícios e urbanístico dos espaços públicos e privados. A empresa, localizada em Pombal, iniciou a actividade em 1977 e destaca-se no mercado pela evolução tecnológica e constante actualização, apostando na investigação de novas e melhores soluções construtivas. Da parceria com o Grupo maxit, desde 1992, ao nível da experiência, projectos e conhecimentos, resultam um conjunto de produtos fabricados com betão LECA, com excelentes características em termos de leveza, isolamento térmico e acústico.

 De entre os grupos de produtos fabricados, para pavimentos e jardins e para a construção, destacam-se novos produtos, desde os pavimentos ao estilo românico, ideais para a recuperação de espaços antigos e zonas históricas, aos blocos para a construção:

Bloco ISOARGILA (Alvenarias Acústicas):

Descrição: Bloco alveolado em betão leve LECA com 20cm de espessura.

Aplicação: Paredes divisórias simples entre fogos independentes e outras zonas ruidosas.

Obs.: Cumpre o Regulamento do Ruído 51dB sem recurso a materiais subsidiários.

 

ISOLSÓNICO (Alvenarias Acústicas):

Descrição: Bloco em betão leve LECA com 25cm de espessura.

Aplicação: Paredes divisórias simples entre fogos independentes e outras zonas ruidosas.

Obs.: 53dB sem recurso a materiais subsidiários.

 

BCP 30 (Alvenarias Térmicas):

Descrição: Bloco de cofragem de pilares.

Aplicação: Cofragem perdida de pilares

Obs.: secção útil de pilar 25×25 cm

 

BLOCO LINTEL (Alvenarias Térmicas):

Aplicação: Conjugado com o Bloco Térmico e o Bloco Cofragem de Pilares para execução de paredes sem recurso a cofragem tradicional.

 

 BLOCO TÉRMICO (Alvenarias Térmicas):

Descrição: Bloco em betão leve LECA cuja matéria-prima, geometria e massa permitem a realização de paredes simples com comportamento regulamentar.

Aplicação: Paredes exteriores.

Obs.: solução ideal para o sistema de isolamento térmico pelo exterior (ETICS)

 

FORRAS TÉRMICAS (Alvenarias Térmicas):

Descrição: Elemento laminar em betão leve LECA.

Aplicação: Paredes exteriores.

Obs.: Permite corrigir pontes térmicas. 

 

 FreeBLOCO (Alvenarias Divisórias Interiores):

Descrição: Bloco em betão leve LECA com interior “livre”.

Aplicação: Paredes divisórias interiores.

Obs.: O interior “livre” facilita a passagem de tubos sem abertura de roços verticais, constituindo um sistema revolucionário ao nível das paredes divisórias interiores.

 

A Artebel é ainda representante em Portugal da marca RisiStone, sendo um dos produtos comercializados o sistema de muros de contenção Pisa2, caracterizado pela estabilidade, beleza e criatividade. Este sistema inclui peças para esquinas, curvas e remates, bem como iluminação e alta voz para facilitar a construção dos muros de contenção.

Para mais informação sobre estes e outros produtos da marca ARTEBEL visite www.artebel.pt

 

Turbinas eólicas em águas turbulentas

Posted in Ambiente, Construção, Energia, Engenharia, Engenharia Civil, Grandes Obras on Agosto 30, 2007 by Nelson Costa

Este é um projecto ambicioso realizado em águas da Dinamarca, conhecido como Horn’s Reef project, localizado a 14-20 km da costa oeste no Mar do Norte, onde se encontram das águas mais turbulentas da Europa. Construída em 2002 pela empresa Elsam é a maior “quinta eólica” fora da costa do mundo, devido principalmente ao seu tamanho e localização a  grande distância da costa e sob as condições agrestes do Mar do Norte (podem verificar-se ondas de 8 a 10m). O motivo da sua execução em pleno Mar deve-se à existência de ventos mais fortes nessa zona dos que ocorrem em terra, permitindo alcançar uma maior eficiência energética.

Desde Dezembro de 2002 esta “quinta eólica” produziu energia suficiente para abastecer 150000 lares da Dinamarca. Entre outras, 8 turbinas de 2.0 MW da marca líder mundial Vestas estão situadas numa área de 20 km2.  

Energy, Heavy Machinery, Construction, Architecture

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Estas estruturas, além de graciosas e eficientes, têm ainda que ser bastante resistentes para resistir às difíceis condições a que vão estar sujeitas, sendo normal que ao longo de alguns anos algumas não resistam aos esforços provocados pela ondulação e constantes intempéries provocadas pelo mar e fortes ventos. 

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Algumas turbinas severamente danificadas:

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Graças a Gunnar Britse – fotógrafo (reservados os direitos de autor), podemos ver a grandiosidade destas turbinas e das operações envolvidas no transporte e montagem das mesmas: 

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Fontes:

http://www.hornsrev.dk/Engelsk/default_ie.htm

http://www.darkroastedblend.com/2007/01/wind-power-in-stormy-waters.html

http://www.um.dk/Publikationer/Eksportraadgivning/FocusDenmark/0303/0303/html/chapter04.htm