Plano Nacional de Barragens

O Governo apresentou hoje, no Museu da Água, em Lisboa, o Plano Nacional de Barragens, que inclui dez novos projectos, a construir até 2020. A sua construção, nos períodos de pico, dará emprego a mais de 1500 pessoas, adiantou ontem fonte do Ministério da Economia.

O primeiro-ministro, José Sócrates, fez hoje uma defesa veemente do novo Plano Nacional de Barragens, alegando que o desaproveitamento do potencial hídrico ameaça a autonomia e torna Portugal mais dependente do exterior em termos energéticos.

O plano, apresentado hoje em Lisboa, prevê que Portugal atinja em 2020 uma capacidade hidroeléctrica superior a sete mil megawatts e em que os novos aproveitamentos hidroeléctricos a implementar assegurem valores de potência instalada adicional na ordem dos dois mil megawatts.

José Sócrates fez ainda questão de frisar que o plano nacional de barragens “resulta pela primeira vez de uma avaliação ambiental estratégica” e “inaugura uma nova fase ao nível do planeamento hídrico”.

“A nossa aposta na energia eólica só faz sentido se for considerada como um complemento da aposta no aproveitamento dos recursos hídricos”, sustentou ainda.

 

A barragem de Pizão, no rio Vouga, terá uma potência instalada de 77 megawatts e deverá representar um investimento da ordem dos 109 milhões de euros. Foz Tua, no Tua, terá uma potência de 234 mw e poderá custar cerca de 177 milhões. Vidago e Fridão são ambas no rio Tâmega. A primeira com uma potência instalada de 90 mw e a segunda de 163 mw. O investimento a realizar na construção de Vidago rondará os 177 milhões de euros. Já em relação a Fridão não se conseguiu apurar até ao fecho da edição quanto pode envolver. 

O Governo assegura que quer lançar alguns dos dez novos projectos já em 2008.

Em execução estão Picote II e Bemposta II (reforços de potência em barragens já existentes). Entre os projectos aprovados destacam-se Alqueva II, outro reforço de potência, e a barragem do Baixo Sabor, a construir de raiz. 

Uma das grandes preocupações foi encontrar locais onde se poderiam construir barragens sem surpresas ambientais que os inviabilizem ou atrasem a sua execução, como aconteceu com Foz Côa e o Baixo Sabor.

Outro dos critérios tomados em conta na avaliação dos locais foi o seu mérito em termos de potencial para a produção de energia eléctrica e o seu valor para outras eventuais utilizações, nomeadamente para fins múltiplos.

A partir de hoje, o Plano estará em consulta pública durante 30 dias > ver aqui!

Fontes:

http://www.inag.pt/

http://dn.sapo.pt/2007/10/04/economia/construcao_barragens_gerar_1500_empr.html

http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1306555

3 Respostas to “Plano Nacional de Barragens”

  1. c/todo o respeito venho por este meio a comunicar uma invençao,para aproveitar as aguas das barragens.sem provocar inundaçoes nas margens.a quem devo anunçiar este invento

  2. antonio adaildo de sousa Says:

    oi eu gostaria de faser o curso de grua
    quanto tenpo e o curso
    e quanto custa

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