Archive for the Planeamento e Ordenamento Category

Conjunto de textos de engenharia civil

Posted in Conservação e Reabilitação, Construção, Engenharia, Engenharia Civil, Estruturas, Geotecnia, Hidráulica, Materiais de construção, Planeamento e Ordenamento on Fevereiro 20, 2008 by Nelson Costa

Apresenta-se aqui mais uma página onde podem descarregar textos de temas vários da área da engenharia civil, entre outras coisas. O seu autor é João Guerra, da Universidade Fernando Pessoa. Recomenda-se a sua visualização, pois certamente encontrará temas do seu agrado nesta interessante biblioteca pessoal.

Para aceder à página clique aqui e seguidamente no separador TEXTOS onde pode encontrar os seguintes temas:

– Materiais de Construção

– Construções

– Estruturas

– Betão Armado e Pré-esforçado

– Reabilitação

– Fundações e Contenção periférica

– Construção Metálica e Mista

– Gestão, Coordenação, Fiscalização e Imobiliário

mais livros gratuitos sobre engenharia

Posted in CAD, Climatização, Conservação e Reabilitação, Construção, e-books, Energia, Engenharia, Engenharia Civil, Estruturas, Geotecnia, Hidráulica, I & D, Links, Materiais de construção, Planeamento e Ordenamento, Transportes, Tráfego, Vias de Comunicação on Outubro 10, 2007 by Nelson Costa

Dado o sucesso do post que coloquei há uns tempos com um link para downloads gratuitos de engenharia civil, decidi procurar mais páginas do género e aqui vos deixo os links que encontrei:

Artikel

2020 ok

MarkTurner

pmxd

blogdigger

The Online Library of Civil & Environmental Engineering » (obrig. registo)

All4everyone (general books ; software books ; geothecnical books ; project planning books)

Plano Nacional de Barragens

Posted in Ambiente, Construção, Energia, Engenharia, Engenharia Civil, Estruturas, Grandes Obras, Hidráulica, Noticias, Planeamento e Ordenamento on Outubro 4, 2007 by Nelson Costa

O Governo apresentou hoje, no Museu da Água, em Lisboa, o Plano Nacional de Barragens, que inclui dez novos projectos, a construir até 2020. A sua construção, nos períodos de pico, dará emprego a mais de 1500 pessoas, adiantou ontem fonte do Ministério da Economia.

O primeiro-ministro, José Sócrates, fez hoje uma defesa veemente do novo Plano Nacional de Barragens, alegando que o desaproveitamento do potencial hídrico ameaça a autonomia e torna Portugal mais dependente do exterior em termos energéticos.

O plano, apresentado hoje em Lisboa, prevê que Portugal atinja em 2020 uma capacidade hidroeléctrica superior a sete mil megawatts e em que os novos aproveitamentos hidroeléctricos a implementar assegurem valores de potência instalada adicional na ordem dos dois mil megawatts.

José Sócrates fez ainda questão de frisar que o plano nacional de barragens “resulta pela primeira vez de uma avaliação ambiental estratégica” e “inaugura uma nova fase ao nível do planeamento hídrico”.

“A nossa aposta na energia eólica só faz sentido se for considerada como um complemento da aposta no aproveitamento dos recursos hídricos”, sustentou ainda.

 

A barragem de Pizão, no rio Vouga, terá uma potência instalada de 77 megawatts e deverá representar um investimento da ordem dos 109 milhões de euros. Foz Tua, no Tua, terá uma potência de 234 mw e poderá custar cerca de 177 milhões. Vidago e Fridão são ambas no rio Tâmega. A primeira com uma potência instalada de 90 mw e a segunda de 163 mw. O investimento a realizar na construção de Vidago rondará os 177 milhões de euros. Já em relação a Fridão não se conseguiu apurar até ao fecho da edição quanto pode envolver. 

O Governo assegura que quer lançar alguns dos dez novos projectos já em 2008.

Em execução estão Picote II e Bemposta II (reforços de potência em barragens já existentes). Entre os projectos aprovados destacam-se Alqueva II, outro reforço de potência, e a barragem do Baixo Sabor, a construir de raiz. 

Uma das grandes preocupações foi encontrar locais onde se poderiam construir barragens sem surpresas ambientais que os inviabilizem ou atrasem a sua execução, como aconteceu com Foz Côa e o Baixo Sabor.

Outro dos critérios tomados em conta na avaliação dos locais foi o seu mérito em termos de potencial para a produção de energia eléctrica e o seu valor para outras eventuais utilizações, nomeadamente para fins múltiplos.

A partir de hoje, o Plano estará em consulta pública durante 30 dias > ver aqui!

Fontes:

http://www.inag.pt/

http://dn.sapo.pt/2007/10/04/economia/construcao_barragens_gerar_1500_empr.html

http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1306555

Estudo revela elevado número de casos de sobrelotação das habitações

Posted in Conservação e Reabilitação, Construção, Engenharia, Engenharia Civil, Noticias, Planeamento e Ordenamento on Outubro 2, 2007 by Nelson Costa

Um estudo apresentado ontem revela a necessidade de 200mil novos fogos para fazer face às carências e de reabilitar 190mil imóveis em todo o país com urgência, devido aos casos de sobrelotação das habitações.

De acordo com o jornal, mais de meio milhão de famílias vivem nessas condições. O Vale do Ave «é a zona do país onde é mais acentuado o problema de sobrelotação, mas de um modo geral esta situação é detectada em locais onde há maior povoamento e onde se concentram menores recursos», refere outro artigo do Negócios.

Em 2001, o número de alojamentos sobrelotados (568.886) correspondia a 16% do total do parque habitacional português.

Mas de acordo com o Plano Estratégico da Habitação, «os casos de maior incidência do problema representam cerca de 10% da totalidade dos casos de sobrelotação».

O mesmo relatório acrescenta que «do total de fogos nesta situação, 414.160 têm falta de uma divisão, 113.797 têm falta de duas divisões e 40.929 têm falta de 3 ou mais divisões».

 «A oferta pública de habitação não é suficiente», salienta uma das conclusões do relatório que advoga o fim dos modelo de habitação social e o aproveitamento do parque habitacional existente.

O primeiro retrato da habitação em Portugal, elaborado pelo ISCTE, foi apresentado publicamente hoje, no arranque da «Quinzena da Habitação».

Daquilo que sei e contrariamente ao que se possa perceber no início do texto, Portugal continua ainda a possuir habitações desabitadas em grande número (na ordem das 600mil), logo aí salientando a necessidade de reabilitação, mas contrariando o argumento da necessidade de novos fogos. Contudo, o estudo debruça sobre a sobrelotação dos espaços habitacionais, considerando que existe um grande número de alojamentos sobrelotados, ou seja, habitações demasiado pequenas face ao número de pessoas do agregado familiar, logo deduzo que o que é pretendido dizer é que, face à oferta pública de habitação, havendo extinção desses casos de sobrelotação por realocação das pessoas em número concordante com a capacidade dos espaços (ex. T2 = máximo 3 pessoas), seriam necessários 200mil fogos novos e reabilitar 190mil, o que dada a situação do país até não seria mau para a economia e para a construção civil em geral, não fossem as dificuldades económicas com que a maioria se debate o principal factor para que as pessoas vivam em habitações pouco dignas e sobrelotadas na maioria dos casos.

Fonte (texto parcialmente retirado de):

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=297539

FEUP quer construir um mapa ambiental da Europa

Posted in Ambiente, Curiosidades, Engenharia, Engenharia Civil, Noticias, Planeamento e Ordenamento on Agosto 31, 2007 by Nelson Costa

A Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) está a coordenar um projecto no qual se pretende criar uma rede transeuropeia que integra escolas secundárias, Universidades e Autarquias a nível europeu e que pretende construir um mapa ambiental da Europa.

O projecto foi aprovado pela Agência Europeia do Ambiente (AEA), contando com o apoio do holandês International Institute for Geo-Information Science and Earth Observation  e encontra-se garantido um financiamento de 1 milhão de euros, 85% por parte do Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu e 15% por parte da FEUP, para poder arrancar já no próximo ano lectivo.

O projecto “European Network for Environment Assessment and Services” (ENEAS) foi proposto por José Rocha Silva, docente da FEUP, em Junho do ano passado (2006) e aprovado em Fevereiro de 2007 pela AEA.

O objectivo é pôr os alunos do ensino secundário a monitorizar características ambientais, como poluição atmosférica, radiação, temperatura e humidade em áreas como a atmosfera, a hidrologia, os solos, a cobertura de terrenos. As acções de recolha e monitorização são supervisionadas por professores, que recebem acções de formação.

Após a criação da rede, os passos seguintes serão a publicação da informação recolhida na internet, a criação de mapas e gráficos, a colaboração com a comunidade científica nacional e internacional, bem como com estudantes europeus associados à rede.

Cabe à FEUP validar cientificamente e tratar estatisticamente os dados recolhidos pelos estudantes para serem publicados na internet e partilhados com a AEA e com as comunidades científica e docente internacionais.

 No final do processo de recolha, os dados coligidos vão ser tratados e transmitidos para diversas agências europeias, em concreto a Agência Europeia do Ambiente. Deste modo, a rede ENEAS (European Network for Environment Assessment and Services) servirá de base à análise ambiental do país.

Fontes:

http://jpn.icicom.up.pt/2007/06/05/feup_quer_construir_um_mapa_ambiental_do_pais.html 

 http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=22100&op=all

 http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=5241

Desertificação em Portugal

Posted in Ambiente, Engenharia, Engenharia Civil, Noticias, Planeamento e Ordenamento on Agosto 31, 2007 by Nelson Costa

O assunto não é novo mas no entanto é de extrema importância… 

Portugal encontra-se entre os 3 países mais desertificados da Europa. Para além de Portugal, figuram no top 3 a Turquia e a Itália, segundo dados da Agência Espacial Europeia (AEE) através do projecto Desert Watch. A AEE consegue através de imagens satélite analisar a desertificação do continente europeu, com o objectivo de fornecer dados aos governos dos países europeus com vista a permitir o desenvolvimento de medidas anti-desertificação.

Em Portugal, especificamente, a desertificação atinge já 36% do continente, sendo previsível que dentro de 20 anos mais de metade do território continental se encontre desertificado. No espaço de duas décadas, dois terços do País podem transformar-se em solo árido, se nada for feito para inverter a situação que se vive na actualidade. Um terço do território continental encontra-se classificado como zona susceptível à desertificação.

A aridez dos solos atinge a totalidade do interior algarvio e o Alentejo. Mas a desertificação não está confinada ao Sul do País. Todo o interior, do Norte ao Sul, está a ficar deserto, a nível de perda de potencial biológico dos solos. Mas não só, também é humana a desertificação do País.

Vítor Louro, coordenador do Programa de Acção Nacional para Combate à Desertificação (PANCD), aponta uma cadeia de factores que contribuem para este fenómeno: a susceptibilidade natural de algumas regiões, aliada ao mau uso do solo, também os incêndios e reflorestações mal conduzidas. A seca severa é mais um elemento a contribuir para um retrato pouco animador.

Mas a desertificação não se explica só por factores físicos. Os problemas socioeconómicos, que afastam as pessoas do interior para as cidades do litoral, deixam as terras ao abandono e indefesas perante os incêndios que devoram centenas de hectares e provocam forte erosão nos solos.

Monitorização:

Os sistemas de informação são essenciais para acompanhar o progredir da desertificação e identificar a cada momento as áreas de maior risco. Para isso, a Agência Espacial Europeia desenvolveu um programa que permite monitorar a situação através de imagens de satélite, com uma resolução que permite a intervenção à escala local. O DesertWatch – que inclui ainda a Itália, a Grécia e a Turquia – vai vigiar todo o País.

Usando dados históricos e as sequências do desenvolvimento da desertificação em Portugal, este programa permite desenhar cenários, visando uma intervenção que evite este cenário, através de medidas que passam essencialmente pela actividade agrícola, florestal e imobiliária.

Várias universidades juntaram-se num projecto denominado Rede para a Observação e Análise do Fenómeno da Desertificação e da Seca, com vista a desenvolver uma acção preventiva.

 

A juntar a todo este cenário chocante há ainda estudos que apontam para a falta de água potável em Portugal dentro de 10 a 15 anos. 

 

Saiba mais sobre desertificação em Portugal:

Seminário sobre Desenvolvimento sustentável (IST)

Modelo Inovador contra Desertificação 

 

Fontes:

 http://dn.sapo.pt/2005/06/17/sociedade/desertificacao_atinge_36_continente.html

http://www.esa.int/esaCP/SEM1V8PFHTE_Portugal_0.html